quarta-feira, 7 de maio de 2008

Google Maps e Google Sightseeing

Nova ferramenta proporciona visualização ao nível da rua

O Google lançou mais uma que parecia impossível. Agora, ao acessar o Google Maps, o usuário pode fazer praticamente um turismo virtual pelas ruas de várias capitais americanas. As fotos foram tiradas por um carro que passeou pelas principais avenidas, com câmeras em 360 graus.

Veja também algumas imagens curiosas registradas pelo satélite

Se você já perdeu horas brincando no Google Maps ou no Google Earth, taí mais um site que vai te deixar grudado ainda mais em frente ao computador. É o Google Sightseeing, uma página que reúne algumas imagens no mínimo curiosas, que compõem a imensa base de dados do serviço.

Dica para usar no Google




Depois de realizar uma busca no megabuscador, adcione colado ao final do endereço lá no alto &as_qdr=d

Dessa forma, aparece uma nova caixinha de opção para restringir a busca às últimas 24 horas, semana, mês, dois meses etc.

Ainda não sei a causa, alguém tem alguma pista?


domingo, 4 de maio de 2008

Arquivo de música é comprimido em tamanho 1.000 vezes menor do que MP3

Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova forma de compactação de músicas que reduz o tamanho do arquivo em até 1.000 vezes em relação a um arquivo MP3.

Quase perfeito

Os pesquisadores demonstraram a nova forma de compactação musical codificando um solo de clarineta de 20 segundos em um arquivo de apenas 1 Kbyte. A reprodução ainda não é perfeita, mas os pesquisadores afirmam estar chegando lá.

O programa por enquanto é específico para a clarineta, e se baseou em um estudo exaustivo da física do instrumento e do músico, incluindo a velocidade de movimento dos dedos e a força com que os lábios são pressionados a cada nota.

Clarineta virtual

Com estes dados, a equipe do professor Mark Bocko construiu tanto uma clarineta virtual - um instrumento virtual construído a partir das medições acústicas do ambiente real - quanto um músico virtual - neste caso um músico que toca apenas clarineta.

A seguir o programa elimina do som originalmente gravado todas as partes que não estão contempladas no modelo virtual, considerando que, se o músico e o instrumento somente têm seu comportamento alterado na velocidade com que os dedos e a boca do músico se movem, então o restante do som não deve ser essencial.

O resultado não é perfeito, embora represente de forma razoável o som original. Ouça o som original e o som compactado pelo novo algoritmo.

sexta-feira, 2 de maio de 2008


Artistas geralmente não são pessoas conformadas. Não é diferente com Clifford Ross, um fotógrafo norte-americano que não estava satisfeito com a qualidade das imagens digitais produzidas pelos equipamentos comerciais. Ele não deixou por menos: criou sua própria câmera fotográfica, capaz de produzir imagens com nada menos do que um gigapixel de resolução.

O resultado é de impressionar: a resolução é tamanha que permite um zoom com detalhes que escapariam aos melhores observadores. Observe que, na imagem de cima, há um pequeno quadrado vermelho, na parte inferior esquerda. A imagem de baixo nada mais é do que uma parte daquele pequeno quadrado, no qual pode se ver um pequeno pássaro e detalhes da grama.

No site do artista (ver quadro Para Navegar), estas imagens podem ser vistas em resolução total.

Mas, por melhores que sejam os resultados de sua poderosa câmera, batizada de R1, Ross ainda não está satisfeito. E, para criar um equipamento ainda mais poderoso, ele reuniu uma eclética equipe de artistas e cientistas que já ficaram conhecidos como o "dream team" das imagens.

O seminário, batizado de Big Picture Summit, foi realizado na Universidade de Nova Iorque, Estados Unidos e contou com o apoio dos Laboratórios Sandia.

Ross afirmou que seu objetivo em reunir os maiores especialistas, das principais instituições científicas é trazer para mais próximo da realidade o seu sonho de criar um novo tipo de experiência fotográfica que ele chama de "como se você estivesse lá".

"No início do século XV, o impulso para retratar a sensualidade de forma mais realística levou o artista Jan van Eyck a inventar a pintura a óleo," afirmou Ross. "O mesmo tipo de impulso está me conduzindo, exceto que eu estou tentando retratar uma montanha. Pixels são simplesmente a tinta a óleo do século XXI."

O sonho de Ross significa construir um sistema 16 vezes mais poderoso do que o maior equipamento hoje disponível, utilizado para visualização de dados científicos nos Laboratórios Sandia.

Artistas e cientistas têm objetivos diferentes mas que, nesse caso, são complementares. Os cientistas acreditam que um sistema de visualização na magnitude proposta por Ross irá melhorar muito sua capacidade de ver e entender conjuntos gigantescos de dados produzidos nas pesquisas científicas. Exemplos desses dados são aqueles produzidos tanto por imagens de satélite quanto por simulações de reações químicas e interações físicas geradas em supercomputadores.

"Meu
objetivo é preencher o olho com tanta informação que ele irá transbordar e atingir o coração humano," diz Ross.

"Nós queremos entender de um ponto de vista intuitivo o que é que permite que alguém que vê uma imagem tenha um 'insight'," afirmou o cientista Carl Diegert.

A reunião resultou em um projeto que será realizado em duas etapas. Na primeira, a câmera R1 de Ross será aperfeiçoada e deverá ser capaz de capturar um gigapixel de informação digital a uma velocidade de 1/15 de segundo ou menos.

Na segunda etapa será construído o sistema imersivo de visualização, que Ross já batizou de "teto Sistino eletrônico", numa referência à Capela Sistina, no Vaticano, que teve seu teto pintado por Michelangelo entre 1508 e 1512.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

CODEC genérico toca qualquer som em qualquer equipamento

Cientistas europeus desenvolveram um CODEC universal, capaz de tocar qualquer gravação, musical ou não, em qualquer dispositivo. O CODEC - uma sigla para COmpressor-DECompressor - é um programa de computador utilizado por todos os aplicativos conhecidos como "media players".

O projeto, chamado ARDOR ("Adaptive Rate-Distortion Optimised sound codeR"), foi desenvolvido sob a coordenação do grupo de pesquisas IST ("Information Society Technologies").

"No momento, há dúzias de codecs de som. Basicamente, cada aplicação tem seu próprio codec dedicado e esses codecs são otimizados para sinais de entrada específicos, como voz ou música, e restrições específicas, comoa taxa de amostragem," explicou Nicolle van Schijndel, coordenador do projeto, em um comunicado do grupo IST.

Com isto, cada codec roda em seu próprio ambiente de software e em aparelhos específicos. O que significa que um codec que rode em um computador, por exemplo, não irá funcionar em um telefone celular.

Essa confusão de codecs apareceu à medida em que as empresas de software desenvolveram códigos que otimizam a música para equipamentos específicos: em um telefone celular, por exemplo, é necessário fazer com que o arquivo fique pequeno, para que ele possa ser baixado rapidamente, mas em um CD é possível utilizar-se arquivos gigantescos para cada música.

O tamanho do arquivo é determinado pela taxa de amostragem da música, essencialmente a quantidade de dados que define todas as notas de cada canção. Quanto mais dados, melhor a qualidade, mas um som de qualidade de CD pode levar até duas horas para ser baixado para um telefone.

Isto é um problema. "Atualmente, há duas tendências: a convergência de equipamentos eletrônicos e comunicações móveis, e a emergência de ambientes de rede heterogêneos, largamente disponíveis," diz van Schijndel. Redes formadas de equipamentos diferentes e variados, como telefones celulares, PDAs e computadores, por exemplo, não podem trocar arquivos de mídia facilmente, perdendo grande parte de sua funcionalidade.

Agora isto poderá mudar. O projeto ARDOR desenvolveu um codec genérico que, se adotado, permitirá que qualquer porção de música ou voz gravada seja formatada para qualquer equipamento. A taxa de amostragem, ou o tamanho de cada canção, é adaptado para cada equipamento receptor. Ele funciona tanto para um telefone celular quanto para uma transmissão profissional de rádio ou televisão.

Embora o projeto tenha sido um sucesso, gerando um grande número de publicações técnicas e sido alvo de intenso interesse de especialistas na área, muito trabalho ainda necessita ser feito.

Além de não ser maduro o suficiente para servir como um código-padrão, o novo codec precisa ser adotado pelas empresas fabricantes de equipamentos e de software. Essas empresas geralmente utilizam seus codecs proprietários como uma vantagem competitiva, criando uma audiência cativa.

"Eles provavelmente só [adotarão o novo codec] se houver uma necessidade clara, por exemplo, porque seus codecs não oferecem a funcionalidade e a interoperabilidade necessárias. Eu espero que esse seja o caso, mas somente o futuro dirá," afirmou van Schijndel.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Photoshop

Graças a ele, acontece o verdadeiro milagre, mulheres gordas e feias viram lindas donzelas, senhores enrugados de 82 anos rejuvenescem de 20 a 30 anos, pessoas apareecem em fotos na qual não estavam, ou então desaparecem.

Mas em alguns casos o milagre vira pesadelo e o Photoshop vira “vilão”, ou seja pessoas descuidadas cometem erros absurdos por pura distração, pessoas negras ficam com a barriguinha branca isso mesmo braça por mero descuido do tratador de imagens.

Ou então a cantora beyonce ganha um terceiro braço, seria possíve?? Sim com photoshop tudo é possível, até mesmo estragar uma imagem belíssima tentando melhorar algum detalhe.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Violência sem fronteiras

Com não falar de um tema tão polemico e destruidor de lares como a violência, um tema que afeta a todos sem exceções, sem exceções mesmo, O mundo hoje vive um tremendo e violento caos.

Pessoas morrem todos os dias em função de manifestações violentas como, por exemplo, o Tibet vive hoje, onde os monges que buscam a paz estão sendo perseguidos pela China, não se sabe ao certo o numero de mortos, pois a imprensa está proibida de entrar no Tibet, as pessoas estão trancadas dentro de casa com medo de retaliações da policia chinesa, lojas são apedrejadas e saqueadas.

Outro fato deprimente que ocorre nos dias de hoje é a ocupação dos Estados Unidos atrás armas de destruição em massa, quantas pessoas ainda necessitam morrer no Iraque até que as “armas de destruição em massa” possam ser encontradas, quantos serão os soldados que não retornarão aos seus lares?

O que falar então sobre o que acontece hoje no Haiti, tropas da ONU comandadas por um general brasileiro e enviadas para ajudar no restabelecimento e manutenção do estado de direito, segurança e ordem pública, protegendo os civis e instalações. É particularmente importante a assistência ao governo local em questões sanitárias, de alimentação da população e de ajuda humanitária em geral, além da tarefa de desarmamento e desmobilização de grupos armados que não tem nem o que comer, mas querem a todo custo causar terror.

Não podemos nos esquecer também das violentíssimas guerras do tráfico travadas nas favelas do Brasil, fico eu me perguntando, Como um país que não consegue conter a violência em suas favelas pode enviar tropas ao Haiti para ajudar na estabilização de um país, onde diariamente pessoas morrem em função dos tiroteios entre policiais e traficantes e moradores vivem aterrorizados.

Sem saber o dia de amanhã, policias do Bope são enviados diariamente tentando conter a ação dos traficantes, em algumas ocasiões usando o excesso de força bruta, já que os traficantes estão sempre fortemente armados.

Com toda essa violência ao redor do mundo onde iremos parar.